quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Todos pela "Princesa Manu"


Hoje, fiquei conhecendo a história da pequena Manuella, de Canoas/RS. A "Manu", assim chamada carinhosamente por todos, nasceu no dia 17 de janeiro deste ano com graves problemas de má formação. Ela tem dedos extranumerário em ambas as mãos, o anûs imperfurado e fenda Palatina. Dentre várias complicações, o que mais agravou o seu estado clínico, foi a bronquiolite. Manu já esteve por várias vezes internada, já teve convulsões e, no momento, encontra-se no Mãe de Deus Ulbra Canoas em estado grave. Ela está entubada com sedação continua. Sua saturação cai bastante. Amanhã, sairá o resultado de uma tomografia feita hoje. Vamos pensar positivo e torcer para que dê tudo certo! 
Fiquei muito sensibilizada com a luta pela vida da Manu e, por isso, resolvi escrever este post. Peço aos amigos que compartilhem esta história e torçam para que esta princesa se recupere logo e possa ir para casa com sua família.

Seus pais criaram uma "vaquinha" para arrecadar fundos para ajudar no tratamento da Manu.
Segue, abaixo, o link para quem quiser e puder compartilhar.


Tem também a página no Facebook. É só procurar por "Princesa Manu".

Um beijo,
Trimamãe

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Olhos bem abertos!

Queridos amigos,

Hoje, vou falar sobre um assunto muito chato e desconfortável. Depois de ouvir algumas histórias de amigos, de ver algumas notícias nos jornais e postagens no facebook, durante esta semana, achei que seria importante abordar este assunto aqui no blog. Infelizmente, existe uma violência contra as crianças que passa, muitas vezes, despercebida pelos pais ou responsáveis. Estou me referindo ao abuso sexual. É um assunto, o qual não costumamos ouvir com frequência e que, a maioria das pessoas, não gostam de falar. Até porque é feio, nojento e muito triste. Mas, é, também, um assunto de extrema importância! 
A criança não tem a mesma malícia e maldade que um adulto tem. Então, ela pode estar sofrendo algum tipo de abuso sexual e não estar se dando conta disso, ou não entendendo o que de fato está acontecendo. Então, cabe, somente, a nós pais observar com mais atenção e cuidado os riscos que nossos filhos possam estar correndo a esse tipo de violência. É claro que não podemos chegar diretamente para a criança e perguntar se ela está ou não sendo abusada. Isso, deixaria a criança muito constrangida e trazer até uma curiosidade sobre o assunto desnecessária para a idade.  Eu, como mãe, acredito que devemos observar o comportamento da criança. Observar se algo mudou. Se ela está mais calada, retraída, sentindo medo de algo que não sentia antes. Não deve ser fácil. Mas, imagino que se percebemos algo de diferente, o importante é investigar a causa o mais breve possível.
Nos últimos dois meses, tive conhecimento de algumas mortes de meninas muito jovens, em média com 16 e 17 anos de idade, por suicídio. E lendo a respeito na internet, obtive a informação de que muitas destas jovens se suicidam por sofrerem abuso sexual ou terem sido abusadas. Ou seja, é tão grave, tão delicado, que chega a motivar uma pessoa a tirar a sua própria vida.
Me preocupo muito com estes assuntos porque terei, num futuro breve, três adolescentes. Vejo, cada vez mais, as pessoas perderem seus princípios e suas crenças. Vejo um mundo com, cada vez mais, violência e desonestidade. O que será dos nossos filhos? Onde tudo isso irá terminar? 
Conversando, outro dia, com uma amiga, ela me disse que optou em não ter filhos porque tem medo de como estará o mundo daqui há alguns anos. E refletindo sobre o que ela me disse, é extremamente compreensível e muito nobre a decisão dela. 
Não estou aqui para julgar ninguém, muito menos, para dizer o que é melhor fazermos ou não. Mas, gosto de escrever o que penso a respeito e de instigar as pessoas sobre esses assuntos tão importantes para nós e para o bem da nossa família.
Que estas notícias e histórias, que chegam até nós, tragam mais reflexão, precaução e, principalmente, muita atenção!

Um beijo
Trimamãe

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Coração de mãe sofre!

Olá, 

Escrevo hoje para contar mais um proeza da Cecília. A "Cissa", como é chamada por todos, é muito espoleta, desastrada e afobada. Ela é muito ativa! Está sempre disposta, brincando e falando. E como fala! Até os manos chamam ela de tagarela. Ela já me deu vários sustos! Uma vez, me ligaram da escola para dizer que ela tinha caído do escorregador. Que tinha batido com a cabeça. Outra vez, ela caiu no salão de festas do condomínio e quase quebrou o nariz. Sem contar a vez que machucou o pé na roda da bicicleta (considero esta a pior de todas).
Terça-feira desta semana, Cissa se machucou de novo. Caiu de um balanço na escola e cortou o queixo. Tive que sair correndo do trabalho para buscá-la e levá-la ao hospital. O hospital aqui de São Leopoldo, o Centenário, estava lotado. Estavam atendendo, somente, emergências. Tivemos que aguardar, pelo menos, uns 40 minutos até sermos atendidas. O corte foi grande. Mas, não foi profundo. Por isso, não precisou de pontos. Um alívio para a mãezinha aqui.
Voltamos para casa com um curativo e com a recomendação de cuidar para não bater e nem pegar sol. Não bater, para não abrir ainda mais o corte e, não pegar sol, para não deixar mancha na pele. Temos que trocar o curativo, pelo menos, uma vez ao dia. Lavar bem o corte com, somente, água e sabão neutro, secar bem e colocar um micropore. É horrível! Pois, ela chora muito! Tadinha... O médico receitou Alivium para dor. Mas, ela se queixa de dor mesmo tomando a medicação. E o pior de tudo, é que vai longe a função! Vou postar umas fotinhos do queixo e das outras vezes que ela se machucou para vocês entenderem a gravidade e a minha preocupação. 
Um bjo
Trimamãe




terça-feira, 28 de junho de 2016

O Desfralde

Olá meus queridos amigos!

Hoje, resolvi tirar um tempinho para falar um pouco sobre o desfralde. Ouço, com muita frequência, as pessoas falarem que devemos tirar a fralda de nossos filhos quando eles completam 2 anos de idade. Eu, particularmente, discordo. Não acho que seja a idade mais apropriada. Logo que meu trio completou 2 anos, a escola em que eles frequentavam, orientou os pais a iniciarem o trabalho de desfralde. Eu, ignorei completamente. Minha opinião a respeito é que devemos tirar a fralda quando nós (mães e pais) acharmos que está na hora certa. Vou explicar o porquê. Meus filhos, com 2 anos de idade, mal tinham começado a falar. Eles não conseguiam, ainda, pronunciar "Mamãe, quero fazer xixi". Um detalhe tolo? Talvez para alguns. Mas, para mim, fundamental. Eu sentia eles tão imaturos para tal imposição. Sim, porque é uma imposição. Você tira a fralda da criança e explica que a partir daquele momento, ela terá que fazer xixi no vaso, no banheiro. 
Ela irá, com certeza, demorar a entender. Ela fará muitos xixis e cocôs na calça. E no começo, a gente entende, explica várias vezes. Mas, se esse tempo de adaptação for muito grande, acaba se tornando cansativo. Cansativo para os pais e, principalmente, para a criança também. Acho que o desfralde tem que ser um momento de mostrar para a criança que ela está crescendo, se desenvolvendo. Ou seja, na minha opinião, ela tem que entender o porquê de não poder mais fazer xixi ou cocô na fralda. 
Eu iniciei o processo de desfralde do trio com quase três anos. Tirei a fralda de um de cada vez. A primeira foi a Júlia. E foi super tranquilo! Tenho certeza que fiz na hora certa. Depois da Júlia, foi a Cecília e, por último, o Tiego. O Tiego demorou um pouco mais a se adaptar com a nova fase. Ele tinha preguiça de ir ao banheiro. Mas, no final deu tudo certo. Todo o processo demorou em torno de 3 meses. Foi um alívio para os nossos bolsos... hehehe... Gastávamos, em média, de 20 fraldas por dia. Uma despesa, na época, de quase R$ 300,00 por mês. 
Hoje, com 4 anos e meio de idade, eles já dormem sem fralda. Cecília e Júlia dificilmente, fazem xixi na cama. Mas, o Tiego depois que a temperatura caiu bastante no mês passado, começou a fazer xixi na cama quase que todas as noites. Temos que acordar várias vezes na madrugada para levá-lo ao banheiro. Do contrário, ele acorda todo molhado. Uma função! Mas, faz parte. Segundo, um pediatra, dos muitos que já consultamos, é normal a criança fazer xixi, eventualmente, na calça até os 5 anos.
Por isso, mamães de plantão, minhas queridas amigas! Não se sintam culpadas por não conseguirem tirar a fralda de seus filhos com dois anos. Esperem um pouco mais. Conversem bastante primeiro com a criança. Façam deste momento uma alegria a mais para eles. Uma fase de conquistas, e superação! Será muito mais fácil e tranquilo para vocês e menos traumatizante para a criança.
Sei que este assunto é bem polêmico! Mas, me sinto super a vontade em dar a minha opinião. Espero que gostem do post e deem suas opiniões também. 

Um beijo,

Trimamãe  

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Vem Theo

A Trimamãe aqui, anda meio preguiçosa para escrever... Mas, hoje, será um dia muito especial e, por isso, não podia deixar de escrever um post. Nossos queridos amigos, Jef e Pri, serão papais. O Theo nascerá hoje às 20h. O que falar sobre esse dia... Bom, primeiro, sobre o amor. Antes de ser mãe, eu não tinha ideia do que era o amor incondicional. Ele é tão grande, tão intenso e tão transformador, que não existem palavras para descrever. Só passando pela experiência para entender.
Uma vez, uma amiga muito querida me disse: "Taís, tu entrarás no hospital Taís e sairá Mãe." Simples, assim.
A vida de um casal, após o nascimento do filho ou filhos, nunca mais é a mesma. Não só pelas noites mal dormidas, pelos passeios adiados, pelos almoços gelados, etc. Mas, pelo sentimento que nasce dentro da gente. Eu digo que parece uma dor constante. Uma preocupação que não passa. Tudo o que eu vou fazer, eu penso, primeiro, se será bom pra eles e se eu estou sendo uma boa mãe.
Mas, apesar, desta "dor", a alegria de vê-los crescer, de vê-los se desenvolver, é maravilhoso! Ah! E o amor, ah... esse só cresce. Todos os dias! A cada descoberta, a cada abraço, beijo babado, palavra nova dita...
Jef e Pri, que o Theo traga muitas e muitas alegrias a vocês! Vou dizer algumas coisas a vocês que, talvez, ainda não tenham escutado. Não é fácil viu?!! Os primeiros dias são assustadores! kkkk... Calma! Depois, aos poucos, tudo melhora. O mais importante é ficarem tranquilos. Ninguém nasce sabendo cuidar de um bebê. Vocês irão errar. Irão se sentir culpados. Irão chorar muito! Mas, faz parte... é assim mesmo. Tudo da certo no final ;)
Um beijo com muito carinho

 

quinta-feira, 21 de maio de 2015

A vida e a morte

Sei que são dois assuntos bem polêmicos, mas sinto muita vontade, hoje, de escrever sobre eles. Nesta semana, um colega de trabalho perdeu o pai. Uma morte inesperada que abalou muito a família e a todos nós da F2 (empresa onde trabalho). Ontem, fui ao enterro e é incrível como Deus nos coloca em situações onde nos colocamos no lugar do outro. É inevitável não se imaginar passando por uma perda como esta. Refleti muito sobre a vida, família, trabalho, amigos, filhos, saúde, etc.
No mesmo dia, no final da tarde, recebo a notícia que a namorada de um primo do Che está grávida. Uma notícia, que apesar de, também, inesperada, trouxe uma enorme alegria a todos nós da família e amigos do casal. Também, um momento para se pensar, refletir, planejar, etc.
Duas situações com sentimentos tão opostos: o começo e o fim de uma vida. Vida esta que às vezes esquecemos de dar o seu devido valor. Vida esta que nos coloca numa rotina cansativa, desgastante, estressante. Por isso, situações como estas vividas por mim ontem, me fizeram resgatar tudo que aprendi e aprendo todos os dias sobre viver, sobre ser feliz, sobre amar... Não é fácil colocar em prática. Mas, o resgatar é preciso! Todos nós, no fundo, sabemos que a única coisa certa da vida, é a morte. Que temos que aproveitar ao máximo, que temos que realizar nossos sonhos, que temos que ser felizes! Mas, o dia a dia, é cruel muitas vezes. Surgem frustações, decepções, doenças, desavenças. Tudo faz parte. Mas, é preciso saber administrar e relevar muitas destas coisas. Temos que nos amar! Não esqueçam de resgatar os mais valiosos tesouros guardados dentro de vocês!
 
Jeh e Pri, que esta criança traga muitas e muitas alegrias! Que o amor desta nova família que se forma seja sempre forte, maduro e soberano. Aproveitem cada momento desta gestação, do nascimento e do crescimento deste bebê. Passa muito rápido! E depois ficam, apenas, as lembranças...
 
Um Beijo Trimamãe
 
 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O casamento depois dos trigêmeos

Acredito que todo casamento após o nascimento de um ou mais filhos mude, fique diferente. Nós, mulheres, passamos a dividir o tempo que dedicávamos ao companheiro com aquele pacotinho recém chegado. Em alguns casos, momentos, dias, enfim, nem dividimos, simplesmente, deixamos o marido de lado. Vocês imaginem, agora, uma mãe de trigêmeos... qual o tempo que sobra para o seu esposo?
Difícil né? Muito...
Nos primeiros meses, quando ainda não estava trabalhando, eu ainda conseguia dedicar um pouco de tempo ao Che. Pois, meu compromisso era "só" cuidar dos três e da casa (roupas, louça, comida, etc). Mas, depois, quando comecei a trabalhar, o tempo sumiu! Eu levantava às 5:30 para dar mama, trocar fralda, fazer arrotar, um de cada vez. Depois que eles voltavam a dormir, eu tomava um banho, um café, arrumava cabelo e maquiagem, esperava a babá chegar e saia (já atrasada) para o trabalho. Na época, trabalhava em Esteio. Pegava a BR 116 com bastante movimento. Quase sempre engarrafada. Depois, no retorno para casa, tinha que dar banho, mama, acalmar a cólica da Júlia, fazê-los dormir, e ai sim, vinha o meu banho, a minha "janta" (essa, muitas vezes, eu abria mão) e, por último, o marido. Foram tempos difíceis!
Mas, aí veio a mudança. Fiquei sem trabalhar, novamente, e pude me dedicar um pouquinho mais ao maridão. Tempo bom, que sempre gosto de lembrar para não cair no esquecimento e, também, para não esquecer do quanto nos amamos e somos parceiros.  Mas, as despesas foram crescendo e tive que, novamente, voltar ao trabalho. Faz dois anos que voltei a trabalhar. Apesar das crianças estarem maiores e mais independentes, meu tempo e minha disposição continuam diminuindo. Antes, parecia que mesmo com tudo e todos, eu conseguia ser mais ágil, mais organizada. Hoje, me sinto, sempre, cansada, com sono. Sei que pode ser, também, devido a insuficiência cardíaca, mas queria que fosse diferente. Queria ter mais tempo...
Hoje, acordo às 6:45, arrumo as crianças, às vezes, levo eles para a creche, às vezes, o Che leva e fico em casa arrumando o que sobrou do furacão que passou... rsrsrsrs. Enfim, não tive acréscimos de atividades. Não durmo menos. Pelo contrário, durmo mais e melhor! Mas, não sei explicar... a disposição é cada vez menor...
E sei que isso afeta muito meu casamento. Sei que não estou sendo uma boa esposa. Sei que é preciso mudar... Só preciso saber como, o que fazer?

Peço que, vocês, mãezinhas, compartilhem comigo suas experiências e me ajudem a enfrentar mais esta etapa da minha vida!

Aí vão duas fotinhos dos meus amores... estas fotos tiramos sábado de manhã, de pijamas ainda...

Um beijo!
Trimamãe